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Homestay: turismo com impacto nas pessoas e no planeta

  • jointofficeblog
  • 17 de nov. de 2022
  • 1 min de leitura

As experiências de turismo comunitário vêm sendo aclamadas globalmente, por serem simples, eficazes, económicas e sustentáveis: os ecoturistas geram financiamento seguro e sustentável que permite o envolvimento da comunidade a longo prazo. É que, ao invés de gerar ganhos financeiros para os acionistas, os lucros vão para as pessoas mudarem as sus vidas e a vida das comunidades.


No homestay, casas de família comunitárias permitem aos visitantes a oportunidade de ficar e experimentar a vida diária de sua família anfitriã, a sua cultura, as tradições e os costumes locais, vivendo como um membro da família e da comunidade.

No âmbito de uma visita a algumas iniciativas realizadas no âmbito do projeto Bio-Tur, fomos conhecer uma das Homestay da ilha do Maio, a Casa Boca Morro.


Dercy dos Santos é uma das 14 proprietárias oficiais de uma casa para Turismo de Habitação (Homestay) na localidade de Morro, ilha do Maio.


Para bem receber os turistas, Dercy, assim como as outras beneficiadas, teve a sua casa requalificada, no quadro do projeto BioTur, em parceria com a Câmara Municipal do Maio e a Fundação Maio Biodiversidade, e oficializada e ainda recebeu algumas formações como língua inglesa, culinária e atendimento aos turistas.


Por causa da pandemia, os turistas ainda não vieram, mas Dercy já recebeu na sua casa voluntários que vieram trabalhar com a Fundação Maio Biodiversidade, no programa tartaruga. De momento, o que ela mais sente falta é de maior divulgação da sua homestay.


 
 
 

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